À TERRA DOS MEUS AMORES
Nas paragens dessa
terra
Foi erguida uma
capela
Aonde era uma ALDEIA
Nascia um POVOADO
Uma futura aquarela
Que logo seria VILA
E em dezesseis de
outubro
Com muita felicidade
Surgia uma CIDADE
Cidade hospitaleira
De gente boa e honesta
Cujo dito popular
Ela logo identifica
“Quem bebe da água
fica”...
E mesmo não indo lá
E sem querer acreditar
Essa água vem da Bica
Na Casa de instrução
Pelo Barão construída
Estudaram grandes
homens
Da nossa Mipibu
querida
Advogados, juízes,
Padres e Professores
Políticos e gente
simples
Que se tornaram
doutores
Mostrando que Mipibu
Exportou muitos
valores
É
a terra de engenhos
Do
senhor e do escravo
Da
aristocracia rural
E
pra falar a verdade
Do
índio que foi dizimado
No
verde canavial
E
do negro escravizado
Na senzala e no curral
Pois
ele não era “um igual”
Desse passado sombrio
Eu quero hoje
esquecer
Mas não se apaga o
brio
De quem nasceu pra
vencer
Aos índios e aos
escravos
E aos que foram
“senhores”
Aqui fica a homenagem
De quem não viu os
horrores
Dessa época de
“escuro”
Da terra dos meus
amores
Hoje
minha terra querida
Esqueçamos
o passado
Que
marcou a tua vida
E
sendo uma cidade bonita
Não
estais sendo bem cuidada
Pois
falta uma laço de fita
Nessa
tela inacabada
Esse
laço é o progresso
Que está custando a chegar
O nosso povo é
honesto
Simples e
hospitaleiro
Como é o brasileiro
Mas está faltando
lutar
Falta alguém que lhe
acarinhe
Que lhe levante a estima
E volte a acreditar
Naqueles que lhe
representa
E lhe encoraje a
ficar
E
hoje com muito orgulho
Com
um amor forte e puro
Que
Traduzindo encerra
O
“tudo” que por ti sinto
É
pura verdade não minto
MIPIBU É A MINHA TERRA!
Nenhum comentário:
Postar um comentário