..." Esse ano não vai ser
Igual aquele que passou
Eu não brinquei
Você também não brincou
A minha fantasia que comprei
ficou guardada
A sua também ficou pendurada
Esse ano ta combinado
Nós vamos brincar separados...!”
Igual aquele que passou
Eu não brinquei
Você também não brincou
A sua também ficou pendurada
Esse ano ta combinado
Nós vamos brincar separados...!”
CARNAVAL
História,
símbolos e significado
O festejo que hoje é
chamado carnaval surgiu na Europa no século XI e era caracterizado pelo hábito
de celebrar a chegada da Quaresma. Em cada país europeu isso acontecia de uma
forma. Em Portugal, o costume era de pregar peças e a brincadeira recebia o
nome de ENTRUDO (que significa início).
A comemoração chegou ao
Brasil por intermédio dos colonos portugueses. Há um registro de 1553, do
Engenho Camarajibe perto de Olinda (PE), de uma terça feira de entrudo,
antes da quarta feira de cinzas. No Rio de Janeiro, as brincadeiras de rua eram
descontroladas, chegando a assustar a população, que considerava o evento
“selvagem”. Havia duas maneiras de brincar: nas ruas, a mais popular e dentro
de casa, o entrudo familiar.
Até o século XIX as v ias
públicas eram ocupadas pelas classes subalternas, dentre elas os escravos, que
tinham permissão para brincar o carnaval. A brincadeira consistia em jogar
qualquer líquido ou pó uns nos outros. ERA O ENTRUDO DAS RUAS mais
agressivo e espontâneo que o familiar. Vale dizer que a água não era encanada e
o escravo “aguadeiro” tinha de levá-la das fontes até as residências e como era
farta e acessível eles a usavam nas brincadeiras. No entanto, havia os escravos
chamados de “tigres” que - no lugar da água -
transportavam “fezes e urina” e por isso eram muito temidos. O
ENTRUDO FAMILIAR acontecia no interior das residências. Após almoços ou
jantares, as pessoas jogavam “limões de cheiro” (eram bolas de cera que
continham água ou líquido perfumado no seu interior) uma nas outras. Não havia
fantasias mas o rosto era pintado de branco, para os escravos e de preto, para
os brancos pobres. Disso tudo se conclui que o carnaval dessa época era eminentemente
popular.
Com relação as ESCOLAS DE SAMBA, muito antes delas
surgirem, o povo do Brasil colonial já tinha contato com os desfiles fora do
período do carnaval. Havia desfiles nas procissões religiosas o nos cortejos
reais. Com a criação das Sociedades Carnavalescas esse hábito se
estabeleceu definitivamente nos dias de folia. Começaram a surgir as fantasias
como a CHICARD, que era uma fantasia importada da Europa e bastante freqüente
no bailes. Consistia num elmo de metal, um penacho, uma jaqueta, sapato
engraxado ou bota longa. Outra fantasia usada era o ZUAVO (fantasia de
soldado francês argelino), muito frequente nas sociedades da época A Sociedade
“Tenentes do Diabo” a usava por
inspiração européia. Consistia de um gorro, uma jaqueta bordada, calça tipo
bombacha e sapatos. As agremiações
de samba da atualidade surgiram nos encontros de sambistas que formavam as
Associações, ou de Blocos Familiares e são características essenciais dos
morros da Cidade Maravilhosa e consideradas UMA DAS SETE MARAVILHAS DO MUNDO
MODERNO!!!
Os BAILES CARNAVALESCOS surgiram
para tentar “civilizar” os entrudos -
que permaneceu sendo comemorado do século XVI até o final do século XIX –
trazendo o carnaval de Paris e seus famosos “bailes de máscaras”. Com o tempo,
entrudos das ruas. Era o PASSEIO. Daí surgiram os desfiles com fantasias em
carruagens. Isso aconteceu no período de 1830 a 1840. Para uma melhor
compreensão da evolução do nosso carnaval, detalhamos os períodos e seus
acontecimentos:
. 1830/1840 =
Os grandes bailes carnavalescos
. 1855 = Começam a se formar as
grandes SOCIEDADES CARNAVALESCAS, que implantaram o desfile – chamado de
“passeio” – com roteiro pré determinado, e com divulgação nos jornais. As
fantasias eram variadas e mantinham o padrão dos bailes. Uma das mais
importantes foi O CONGRESSO DAS SUMMIDADES CARNAVALESCAS.
. 1885 = A
partir dessa data além dos passeios, as Sociedades passaram a realizar grandes
bailes em suas sedes. No final do século XIX, os Folcloristas e os jornais
classificam o carnaval em dois: Grande carnaval do qual faziam parte os
bailes e as grandes sociedade. Era tido como moderno e organizado. O Pequeno
carnaval eram as manifestações mais
simples, de rua, como o ZÉ PEREIRA que eram blocos muito animados e um tanto
organizados. Desfilavam com tambores de origem portuguesa. As grandes
Sociedades do início terminam para dar lugar as grandes AGREMIAÇÕES
CARNAVALESCAS dos dias atuais.
. 1904 = Surge
o CORSO que eram desfiles de pessoas fantasiadas em automóveis, jogando flores
ou confetes uma nas outras.
. Nos anos 20 = Começa a haver uma valorização da cultura negra. Aparece
o SAMBA batucado no Estácio, na Mangueira e nos subúrbios.
. 1932 = Na
Praça Pio XI (Rio de Janeiro) ocorre o primeiro concurso de ESCOLAS DE SAMBA.
. Anos 40 = Já estruturado, o desfile segue para a Avenida Rio Branco
(RJ).
. Anos 50 = Os
carnavalescos Arlindo Rodrigues e Fernando Pamplona passaram a tratar os
desfiles das Escolas de Samba como um espetáculo e estes passam a acontecer na
Avenida Presidente Vargas (RJ).
. Anos 70 = As
Escolas de Samba entram na fase do luxo e da grandiosidade.
. 1984 = É
inaugurado o SAMBÓDROMO na Marquês de Sapucaí e tudo passa a ser um grande
espetáculo. O desfile das Escolas se
internacionaliza e ganha um caráter empresarial tornando-se O MAIOR ESPETÁCULO
DA TERRA!
Atualmente o carnaval é comemorado em todo País, na
época e fora da época. A Bahia e o Recife tornaram-se os expoentes máximos dos
carnavais de rua. Enfim, o Brasil transformou-se no “País do Carnaval”
GRANDES
PERSONAGENS DO CARNAVAL
COLOMBINA
São os
três personagens fundamentais em qualquer baile de fantasia, ou desfile de
Escola de Samba, e surgiu no Teatro de Comédia Italiana. É fonte de inspiração
dos poetas e músicos e surgiram no Brasil, no começo do século XX. Hoje,
totalmente incorporados ao trido momesco.
É um personagem da Comédia Italiana, uma companhia de
atores que se instalou na França entre os séculos XVI e XVIII para difundir a
Commedia Dell’Arte, forma teatral original com tipos regionais e textos
improvisados.
Colombina também era empregada da corte de *Pantaleão
(uma criada de quarto) surgia vestida de branco e era disputada pelo amor do
Pierrot e do Arlequim. Mas, esperta, sedutora e volúvel, a amante de Arlequim
às vezes vestia-se como “arlequineta” em trajes de cores variadas, como as de
seu amante. Cantava e dançava graciosamente para encantá-lo. O Pierrot, triste
e tímido, jazia ao lado, sofrendo o seu amor.
ARLEQUIM
Arlequim, assim como Pierrot,
era servo de Pantaleão, o mercador de Veneza (que virou uma peça de
Shakespeare). Mas Arlequim era um malandro esperto, preguiçoso e insolente, que
já entrava em cena saltitando e fazendo movimentos acrobáticos. Era também um
debochado e adorava criar confusões com os outros personagens. Usava uma roupa
feita inicialmente de muitos remendos coloridos
em losango, e tinha o rosto sujo de barro.
Dos três
personagens da Commedia
dell’Arte, o Arlequim seria o mais
“brasileiro”. Brincalhão, divertido e malandro, ele inspirou os blocos
carnavalescos de antigamente, de onde trago lembranças dos carnavais da minha
infância, quando as figuras fantasiadas – os papangus – iam de casa em casa,
passando pela minha, pedindo dinheiro ou comida e sempre aprontando alguma.
Esse duplo caráter dessas figuras carnavalescas (alegres tristes) sempre me
trouxe um misto de medo e atração.
PIERROT
Seu nome original era Pedrolino,
mas foi batizado, na França do século XIX, como Pierrot e assim ganhou o mundo.
O mais pobre dos personagens serviçais, vestia roupas feitas de sacos de
farinha, tinha o rosto pintado de branco e não usava máscara. Vivia sofrendo e
suspirando de amor pela Colombina. Por isso, era a vítima preferida das piadas
em cena. Não foi à toa que sua atitude, sua vestimenta e sua maquiagem
influenciaram todos os palhaços de circo.
REI MOMO
A
mitologia grega trata Momo, filho do Sono e da Noite, como o deus da zombaria,
do sarcasmo, da galhofa, do delírio, da irreverência e do achincalhe. Diante do
seu costume de criticar e ridicularizar os outros deuses, a divindade maior do
Olimpo perdeu a paciência com ele e o despachou para a Terra, onde o divino
deportado passou a ser representado por um jovem tirando a máscara e mostrando
o rosto zombeteiro, ao mesmo tempo em que sacudia guizos e apresentava o
estandarte da folia que era a razão da sua existência. Na Europa – nos tempos
mais modernos - a figura do Rei Momo foi inspirada no “bufo” (ator de
procedência portuguesa que representava pequenas comédias teatrais) que tanto
divertiam os que o assistiam. A coroação de um rei Momo na Terra vem
de longa data, pois houve tempo em que na Roma antiga, durante a realização de
determinadas festas, o soldado escolhido como o mais belo de todos era quem
recebia a coroa de monarca brincalhão, o que lhe dava o direito de comer, beber
e brincar até esgotar totalmente suas forças, sem que ninguém o impedisse de
fazer coisa alguma. Depois de finda a farra, e ao contrário do que acontece
hoje em dia, ele era solenemente levado ao altar do deus Saturno e ali sacrificado
com todas as honras que merecia. A
figura de Momo no carnaval brasileiro surgiu em 1933, no Rio de Janeiro, graças
a um cronista esportivo do jornal “A Noite” que apresentou aos carnavalescos um
boneco feito em papelão e sugeriu sua indicação como comandante da folia. Esse
boneco desfilou no centro da cidade, sendo depois colocado em seu trono para
presidir de forma simbólica as comemorações daquele ano. Mas como eram os
proprietários do jornal não se contentaram com o resultado conseguido, foi
então iniciada uma campanha para escolher um rei de carne e osso, que acabou
sendo o muito gordo Moraes Cardoso, responsável pela seção de turfe da empresa
jornalística. Após ser vestido como rei e saudado com um “Vive le Roi” pelos
seus colegas de redação, o jornalista desfilou pelas ruas da cidade, onde foi
saudado com muita serpentina, confete e lança-perfume. Estava criada, assim, a
figura do rei Momo, primeiro e único. Moraes
Cardoso reinou absoluto no carnaval carioca até 1948, quando faleceu. Depois,
até 1967, seu substituto passou a ser escolhido por entidades carnavalescas e
jornalistas, mas em 1968 sua eleição foi oficializada por lei estadual, e em
1988, por lei municipal. O concurso para a escolha do rei Momo, no Rio de
Janeiro, tornou-se oficial em 1950, e desde essa época sua realização
corresponde a um verdadeiro espetáculo popular.
RAINHA DO CARNAVAL

O primeiro Concurso
para Rainha do Carnaval foi instituído também no Rio de Janeiro em 1950 por
votos vendidos, isto é, era a Rainha quem vendesse mais votos. Somente em 1960
esse sistema foi substituído pela beleza da candidata.
Os símbolos do carnaval são imagens que simbolizam as principais características
do carnaval. São muito utilizados em decorações carnavalescas, campanhas de
marketing e outros eventos relacionados à divulgação desta importante festa
popular brasileira.
PRINCIPAIS SÍMBOLOS DO CARNAVAL
MÁSCARA DE CARNAVAL
A primeira máscara data de 30.000
anos A.C. e era fabricada e ornamentada para ser usada em celebrações, cultos e
rituais de povos primitivos No Antigo Egito, o povo acreditava que a colocação
de uma máscara na face dos mortos ajudava na passagem para a vida eterna. Na China,
as máscaras eram usadas para afastar os maus espíritos, enquanto que os Gregos
usavam as máscaras nas suas cerimônias religiosas. O mais antigo documento
sobre o uso das máscaras em Veneza data de 02 de Maio de 1268. Outro, datado de
22 de Fevereiro de 1339, proibia os mascarados de vaguearem pela noite nas ruas
da cidade. Todavia, o seu uso era permitido durante todo o carnaval, exceto nas
festas religiosas e ao entrar nas igrejas. Durante todas as manifestações
importantes, como as festas republicanas, era consentido o uso dos trajes
Venezianos que compunham o uso das máscaras. Na Itália, os “bobos da corte”,
artistas do riso, transformaram-se em Arlequim, Pulcinella, Pierrot e
Colombina, personagens que inspiraram o Carnaval de Veneza, sendo que as
máscaras tinham o poder de revelar ou ocultar sentimentos.
Da necessidade do homem de se embelezar e
de se transformar, surge em Veneza, no século XV, o primeiro baile de máscaras,
“Ball Masquê”, onde o uso da máscara também se fazia necessário devido aos
constantes conflitos políticos. Os Cortesãos mascarados faziam brincadeiras,
confiantes no anonimato, extravasando todos os seus impulsos reprimidos, libertando-os
das normas sociais Em Veneza, as máscaras também se tornaram peças decorativas,
transformando-se na principal atividade econômica da região. Em relação à
palavra Carnaval, esta tem origem na Idade Média, sendo que para uns, deriva de
“carrum navalis”, que eram os carros navais que faziam a abertura das Dionisías
Gregas nos séculos VII e VI a.C. e para outros, a palavra surgiu quando
Gregório I, o Grande, em 590 d.C. transferiu o início da Quaresma para
quarta-feira, antes do sexto domingo que precede a Páscoa. Ao sétimo domingo,
denominado de “quinquagésimo” deu o nome de “Dominica ad carne levandas”,
expressão que seria sucessivamente abreviada para “carne levandas”, “carne
levale”, “carne levamen”, “carneval” e “carnaval”. Todas estas variantes têm
origem em dialetos italianos (como o Milanês, Siciliano, Calabres, etc..) e que
significam ação de tirar, que neste caso quer dizer “retirar a carne” e
refere-se à proibição religiosa do consumo de carne durante os quarenta dias
que dura a quaresma.
É um dos principais e mais tradicionais
símbolos do carnaval. O uso destas máscaras – nos carnavais europeus - tem origem na cidade italiana de Veneza no
século XVII. Os nobres usavam máscaras enfeitadas para manter o anonimato e
aproveitar o carnaval junto com o povo. Esta tradição foi para Portugal e
depois chegou ao Brasil onde é mantida até os dias de hoje, principalmente nas
festas carnavalescas de salão.
PANDEIRO
O pandeiro é um importante instrumento musical utilizado
nos sambas de carnaval. Portanto, ele representa as músicas (marchinhas, sambas-enredo e etc.) tocadas durante a festa. É um instrumento musical de percussão com
rodelas (soalhas) duplas de metal enfiadas em intervalos ao redor de um aro de
madeira. Pode ser brandido para produzir som contínuo de entrechoque, ou
percutido com a palma da mão e os dedos. Partes que compõem o pandeiro:
Fuste (aro de
madeira) – Colagem de tiras de madeira (em torno de quatro), com cola de alta
resistência e durabilidade. As fresas (aberturas onde ficam as platinelas)
são de diversas alturas, conforme o tipo e tamanho. É ornamentado com
marchetaria, se for um pandeiro tipo "Especial". Se for do modelo
"Padrão" recebe um pequeno adorno. O modelo "Pop" é o mais
simples e o de menor custo. São utilizadas diversas madeiras no acabamento,
principalmente madeiras brasileiras, de grande resistência e leves. O fuste
pode medir 8, 10, 10.5, 11 ou 12 polegadas.
SAMBISTAS
Como o samba, é um dos principais elementos do carnaval,
a figura do sambista simboliza a música e a dança carnavalesca. O sambista canta,
toca e dá ritmo à festa, além de criar as letras de sambas que se tornarão
populares, o samba enredo das Escolas é o foco do sambista na época do carnaval.
A periferia do Rio de Janeiro (morros e favelas) é a exportadora dos melhores
sambas na época e fora da época carnavalesca.
CONFETE E SERPENTINA
Confetes e
serpentinas são usados no carnaval há muito tempo. São elementos de diversão,
além de dar um colorido todo especial a festa.
SOMBRINHAS DE FREVO
Um dos principais
símbolos do carnaval pernambucano, pois este estilo musical é muito presente no
carnaval de rua deste estado.
BONECOS GIGANTES
Um dos principais
símbolos do carnaval de Olinda e representam figuras da sociedade e da política.
A vezes a sua confecção e uso tem por motivo tanto pela aproximação de amizade
ou sátira a algum desafeto.
Representações Carnavalescas
A primeira
escola de samba foi criada no dia 12 de agosto de 1928, no Rio de Janeiro, e
chamava-se “Deixa Falar”, anos depois seu nome foi modificado para Estácio de
Sá. Com isso, nas cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo foram surgindo novas
escolas de samba. Organizaram-se em Ligas de Escolas de Samba e iniciaram os
primeiros campeonatos para escolher qual escola era a mais bonita e a mais
animada. A região nordeste permaneceu com as tradições originais do carnaval de
rua, como Recife e Olinda. Já na Bahia o carnaval fugiu da tradição, conta com
Trios Elétricos embalados por músicas dançantes, em especial o axé.
Mestre-sala e
porta-bandeira no carnaval do Rio de Janeiro
RIO DE JANEIRO
A folia carnavalesca carioca
começa antes dos dias oficiai do carnaval. Já no mês de setembro começam os
ensaios nas quadras das diversas escolas de samba da cidade. No mês de dezembro
a cidade já se agita com os denominados “ensaios de rua” e a mais nova criação:
“ensaios técnicos”, que levam milhares de pessoas ao Sambódromo todo final de
semana. Os desfiles oficiais são realizados durante a data oficial do carnaval.
PERNAMBUCO
Milhares de pessoas saem
pelas ruas de Olinda e Recife, a maioria fantasiadas e ao som do frevo (ritmo
marcante do Estado). O carnaval de Pernambuco conta com dezenas de bonecos
gigantes, os foliões são extremamente animados. Uma das grandes atrações é o galo carnavalesco “Galo da Madrugada”
BAHIA
O carnaval baiano é, sem
dúvida, um dos mais calorosos e animados do Brasil e do mundo. Em especial na
cidade de Salvador, onde se localiza os três principais circuitos
carnavalescos: Dodô, Osmar e Batatinha. Por esses circuitos passam mais de 150
blocos organizados, cerca de 2 milhões de pessoas durante os dias de festa.
Normalmente esses blocos se apresentam com os trios elétricos e com cantores
famosos.
SÃO
PAULO
O carnaval paulista é
similar ao carnaval carioca. Acontece um grande desfile das escolas de samba da
cidade. O desfile ocorre em uma passarela projetada por Oscar Niemeyer. Há o
desfile do Grupo Especial e do Grupo de Acesso, que acontecem na sexta-feira e
no sábado, para não haver concorrência com o desfile do Rio de Janeiro.
LANÇA
PERFUMES
Deixei para o final desse
trabalho o capítulo referente ao LANÇA PERFUMES – hoje terminantemente
proibidas por lei – largamente utilizadas nos carnavais de rua e de clubes.
Posso falar com conhecimento de causa, porque a usei muito nos carnavais que
vivi e não havia nenhum receio, uma vez que a utilizávamos para chamar a
atenção “daquele” de quem queríamos a atenção nos bailes da Associação. “Mas vi
muitos amigos inalando o seu aroma e tendo ‘vertigens”. Há um caso muito
especial de uma pessoa (não posso falar o nome por respeito, pois já faleceu)
em um dos bailes de carnaval da Associação “tomando porre” (era assim que se
dizia de quem inalava o lança perfumes) e numa dessas vezes CAIU COM TODO CORPO
NO CHÃO SEM SENTIDOS. Foi levado às pressas para o hospital e saiu-se bem. Foi
assim que o medo se espalhou entre nós jovens, quando soubemos que o perfume
com éter contido no “lança perfumes” causaria sérios problemas cardíacos.
CONCLUSÃO
E se hoje, o maior e melhor Carnaval do mundo é o do
Rio de Janeiro, em cada recanto do país o período de Momo também é marcado pela
descontração e pela troca de papéis sociais, onde todos aproveitam para se
liberar de suas mazelas. Os religiosos aproveitam para descansar, recolhendo-se
em retiros espirituais e preparando-se para o novo ano que se inicia de fato
após os festejos momesco e com o fim das férias escolares.
Maria Lúcia Amaral
2015
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